No fiasco campeonato carioca, o Botafogo passou todas as suas chances para o Flamengo. O rubro tornou-se campeão por duas vezes, graças ao desempenho do zagueiro artilheiro do Bota Fogo, que marcou dois gols para o flamengo.
Todas as chances foram revertidas por conta desse jogador número 12 do Flamengo que ninguém o conhecia.
Faça um retrospecto e faça uma análise de como surgiu o campeão do carioca.
Deve ser por isso que os flamenguistas nem vestiram a camisa, nem saíram nas ruas gritando: Conseguimos o carioca!!!! A sua maior Glória.
É flamenguistas, vocês estão perdendo a chance de comemorar a única chance do ano,, porque o Brasileirão não é um mero campeonato carioca, visto como um dos piores campeonatos estaduais pela imprensa brasileira.
Quer fazer uma reflexão? Imagine que o campeão carioca fosse de outro estado,do Ceará, Bahia, Pernambuco, por exemplo.
O DIA MUNICIPAL DO EVANGÉLICO já é uma marca na agenda de Potiraguá. A cada ano melhor se torna as suas programações.
Na primeira noite o Pr. Jorge Adriano fez uma retrospectiva dos anos anteriores e mencionou a importância dos idealizadores desta criação tombada a partir do Legislativo, aos quais fez muitos agradecimentos.
Em seguida o louvor foi aberto com um grupo de louvor da 1ª Igreja Batista em Potiraguá, logo depois o vocalista da banda Moriá, Fábio, levou o povo à adoração, seguida de coreografias, a programação antecipou a hora da pregação do o Pr. Gilvan Rodrigues.
Nesta noite mais de 15 almas se converteram aos pés do Senhor Jesus.
Pra ficar ainda mais animada a festa, o Ministério Semeadores convocou o povo para um grande louvor e adoração.
Como sempre aconteceu nos anos anteriores, não foi diferente a abertura da grande festa do Dia do Evangélico em Potiraguá. O destaque, segundo espectadores, foi à quantidade de pessoas, que foi um número maior que nos outros anos.
O povo de Deus se reuniu em plena madrugada em uma alvorada às 4:00h da manhã.
Com um som produzido pelo Trio Gedeão, a cidade foi movida pelo poder de Deus através da harmoniosa voz do vocalista da Banda Moriá da Cidade de São Paulo.
Logo a tarde, o povo voltou a reunir-se na praça Castro Alves, e todas as Igrejas tiveram a sua participação com louvor e coreografias.
O Pr. Marlon foi o preletor. A programação será estendida até sábado, dia 02.
Parabenizamos a Leninha Nunes e Dinamene Nunes pela brilhante organização.
120 DIA S DO VEREADOR CAMILO
O vereador Camilo estará publicando aqui no BLOG as suas indicações no Legislativo dentro desses 120 dias de mandato.
A sua proposta feita à nossa redação é inteligente e contemplativo, considerando a aceitação obtida pela população potiraguense nas eleições de 2008.
Conduz-nos a considerar a atitude, tanto idealista quanto opinativa ao público e colegas da legislação municipal.
A publicação será no dia 04/05/2009
O PF não se trata de um blog com meras atitudes passionais, mas sim, de um meio de comungar com a verdade e com os autores das mesmas, revelando fatos e acontecimentos, das quais podemos levar aos nossos leitores com razão de provas e fontes.
Acontecerá nos dias 01 e 02 de maio 2009, a 5ª FESTA DO DIA MUNICIPAL DO EVANGÉLICO.
Na oportunidade o povo de Potiraguá estará conhecendo o testemunho do Pr. Gilvan Riodrigues, ex jogador do Sport Club de Recife, preletor do evento.
A animação do louvor e adoração ficará por conta das bandas do município e da banda Semeadores de Eunápolis-BA.
A queda do repasse do Fundo de Participação dos Municípios, FPM, tem gerado muita revolta entre os prefeitos do país inteiro. No Extremo Sul baiano, o prefeito de Prado, João Alberto Viana Amaral, o Jonga (PCdoB), já anunciou que vai aderir à paralisação de 24 horas. Os prefeitos baianos estão reunidos em Salvador, onde serão discutidas medidas pra tentar reverter junto ao Governo Federal, o problema da queda no repasse do FPM.
As 417 prefeituras do Estado vão fechar as portas durante 24h no dia 28 de abril, em protesto contra os cortes no repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) pela União, e farão uma passeata no Centro Administrativo da Bahia, em Salvador. A decisão foi tomada pela Assembleia Geral da União dos Municípios da Bahia (UPB), realizada ontem com a presença de 350 prefeitos e vice-prefeitos, e segue uma tendência nacional: prefeituras do Paraná, Goiás e Alagoas fizeram protestos semelhantes.
Além disso, os prefeitos baianos poderão recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir a renegociação das dívidas dos municípios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), com cobrança retroativa a cinco anos. Segundo Jonga (PCdoB), não será uma greve, mas apenas uma forma de demonstrar ao Governo Federal que não existe condição nenhuma de se administrar um município com arrecadações tão baixas.
O prefeito confirmou que vai acompanhar os prefeitos da Bahia em Salvador onde de lá seguirão para Brasília neste protesto que pretende paralisar todas as prefeituras do estado da Bahia em razão da diminuição do repasse do FPM. O presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Roberto Maia, confirmou que caso as negociações com o governo federal não avancem, os municípios poderão partir para uma batalha jurídica.
Atualmente, cerca 75% dos municípios baianos têm débitos com a Receita Federal e por isso não estão aptos a pleitear convênios e empréstimos com a União. O corte nos repasses do FPM aos municípios, que no primeiro trimestre de 2009 registraram uma média de queda de 20% na arrecadação, também gerou protestos. Segundo a UPB, 80% dos municípios baianos têm no FPM a sua principal fonte de receita. Exemplo disso é a cidade de Potiraguá, sul do estado. Com 10 mil habitantes, o município registrou uma perda de 33,34% na arrecadação. “A nossa situação é crítica e deve se agravar mais ainda, com a prorrogação da redução do IPI (Imposto sobre produtos industrializados)”, diz o prefeito Olyntho Alves. O IPI é a principal fonte do FPM e desde o início do ano teve a arrecadação reduzida com incentivos a setores como o automotivo e a construção civil.
Pelo menos 700 prefeitos reuniram-se no dia 7 de abril em Brasília para discutirem a queda na arrecadação e pressionarem governo e Congresso por uma solução de curtíssimo prazo para aliviar os cofres municipais. A suspensão do pagamento das dívidas municipais com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) por seis meses e um mecanismo de compensação pela diminuição da receita do Fundo de Participação dos Municípios com uso de recursos do Fundo Soberano estão entre as principais medidas que os prefeitos querem ver aprovadas. Os prefeitos farão encontros mensais no Congresso até a realização da Grande Marcha, prevista para 12 de julho.
*As informações são do jornal A Tarde, O Estado de S. Paulo e Sul Bahia News.
Parecia que seria fácil, mas o Bahia conseguiu perder de virada para o Madre de Deus por 3 x 2 no estádio municipal da cidade da Região Metropolitana. Apesar do mau futebol que o time apresentou, especialmente no segundo tempo, o mérito da derrota foi totalmente da raça que o Madre de Deus depositou durante os 90 minutos da partida. Com isto, o time que chegou para o jogo na lanterna, subiu para 8º e se livrou virtualmente do rebaixamento. Leia mais na Coluna de Esportes.
PREFEITO DE EUNÁPOLIS E ALCOBAÇA DENUNCIADOSEmbora se queixem da falta de recursos, os prefeitos da Bahia não conseguem se livrar das frequentes acusações de desvios do erário público. O Ministério Público Estadual denunciou mais dois gestores essa semana de irregularidades. Os prefeitos de Eunápolis e Alcobaça (ambos no extremo sul da Bahia), respectivamente, José Robério Batista de Oliveira (PRTB) e Leonardo Coelho Brito (PMDB), estão sendo acusados pelo MPE de participar de um esquema de obras superfaturadas, não realizadas e dadas como feitas e outras que teriam sido executadas parcialmente. Eles negam as acusações. Houve, conforme o Ministérios Público, obras realizadas pela Conder, órgão do governo estadual, e dadas como concluídas pela prefeitura de Eunápolis, da qual a suposta armação teria desviado R$ 1.887.369. As informações são do jornal A Tarde.
Municípios baianos perdem R$ 120 milhões do FPMCintia Kelly | Redação CORREIO
Os municípios baianos tiveram uma perda de R$ 120 milhões, no primeiro trimestre do ano, com a redução no repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), algo em torno de 12,2%.
Os dados divulgados pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) mostram que somente em Salvador mais de R$ 10 milhões deixaram de ser repassador nos primeiros três meses do ano.
O prefeito João Henrique (PMDB) afirmou que, apenas em março, a queda, motivada pela crise, foi de 11%. Além da capital, os demais 416 municípios do estado estão passando por dificuldades desde que o governo federal reduziu o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos carros novos e criou novas alíquotas do Imposto de Renda para a classe média.
Isto porque o FPM é composto de parte da arrecadação dos dois impostos. As queixas dos gestores têm sido diárias. Na segunda-feira (6), durante assembleia que envolveu 250 prefeitos, na sede da União dos Municípios da Bahia (UPB), no Centro Administrativo da Bahia (CAB), eles aproveitaram para falar das dificuldades em manter as contas públicas atualizadas.
Enxugamento
O prefeito João Henrique informou que a economia de R$ 40 milhões projetada com o enxugamento da máquina administrativa - que encolheu o número de secretarias de 18 para 11 - foi em vão.
“Vejo que não adiantou nada o enxugamento da máquina que fizemos, mesmo contrariando nossos aliados”, pontuou, numa referência ao corte de cargos que já havia realizado no primeiro e no segundo escalões.
Mesmo sem falar explicitamente em demissões, o prefeito não descarta medidas mais radicais como enxugar ainda mais a máquina em cargos de segundo e terceiro escalões.
Dívida
O caso de Salvador não é isolado, apesar de emblemático por ser a capital. Com a queda no repasse do FPM, os gestores têm que escolher o que deixar de pagar a cada mês. Ora suspendem o pagamento dos serviços essenciais (água, luz, coleta de lixo), ora o salário dos servidores.
A situação e uma série de reivindicações serão levadas nesta terça-feira (7) ao presidente Lula. Segundo o presidente da UPB, Roberto Maia, os prefeitos baianos vão solicitar a extinção da Medida Provisória 457, que permite o parcelamento da dívida dos municípios com o INSS em 20 anos.
“Ela abrange um período de dez anos, enquanto a lei proíbe cobranças acima de cinco anos”, explicou. Os prefeitos são unânimes em afirmar que a divisão do bolo tributário entre os três entes federados é injusta.
O tributarista e vice-prefeito de Salvador, Edvaldo Brito (PTB), ressaltou que a União fica com 60% de toda a arrecadação tributária, enquanto estados e municípios ficam com 25% e 15%, respectivamente.
Manifestação
As dificuldades enfrentadas serão transformadas em manifestação no próximo dia 28, no CAB, quando os prefeitos farão uma marcha rumo à Governadoria para chamar a atenção do governador Jaques Wagner para o problema. Antes, eles vão à Assembleia Legislativa colher assinaturas dos deputados que apoiam o movimento.
Problemas assustam prefeitos
Coleta de lixo prejudicada, transporte escolar suspenso, previsão de demissão, atraso no pagamento de salários. Esse é o quadro dos municípios baianos com a queda no repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
Independentemente de partido, os prefeitos dizem que estão de pires na mão, numa referência à dificuldade financeira. O prefeito de Portiraguá, Olyntho Moreira (PP), chegou a cogitar renunciar ao cargo diante da dificuldade.Os cerca de 700 funcionários do município de dez mil habitantes no sul do estado estão sem receber o salário referentes a março. “Estou esperando receber a parcela do dia 10 para juntar com o repasse do final de março para pagar”, disse o prefeito.
Da mesma forma, o prefeito de Capela do Alto Alegre, Claudionei Nonato (PCdoB), também se queixa da situação. “Houve o aumento da despesa, com o impacto do reajuste do salário mínimo, e queda na arrecadação”.
Entenda o FPM
Constitucionalmente, 23,5% do que se arrecada com IPI e IR é dos municípios. Do total, 20% são transferidos para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Básico (Fundeb).
O restante, de acordo com a Confederação Nacional dos Municípios, fica com a seguinte divisão: 10% são destinados às capitais, 86,4% aos demais municípios, 3,6% para o fundo de reserva destinado a cidades com população superior a 142 mil pessoas, com exceção das capitais. O repasse aos municípios é feito a cada dez dias.
Veja também:
Prefeitos baianos têm encontro marcado com presidente Lula
(notícia publicada na edição impressa de 07/04/2009 do CORREIO)