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sexta-feira, 22 de maio de 2009

POTIRAGUÁ PACATA?

O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM POTIRAGUÁ? NINGUÉM ENTENDE! NADA SE MANIFESTA! O QUE HÁ?
Não se confunda. A nossa política não é apenas partidária onde apenas dois + nove são eleitos. Devemos nos voltar para uma necessidade de caráter moral e social de um povo, um município. É eminente o quanto mudamos. Pacata nunca mais! Como diz certo Juiz de direito que passou por aqui: “Uma província”. Ainda somos. Um lugar quase sem nada, até mesmo sem direitos humanos. Uma carência do poder e da liberdade singular. Ainda somos temerosos frente às decisões próprias, pois sabemos que delas nada “alcançamos”. Ufa!! Trememos de medo quando reivindicamos por direito, quando abordamos idéias díspares, quando somos contra. Porém, pacata jamais. Já aprendemos que as drogas não são mais nas escondidas e que dela nada se proíbe. Não há nada a temer! A quem? A justiça? Nada; já aprendemos a fazer justiça com as próprias mãos. Não vê? Já aprendemos que abusar da(o) menor é apenas uma brincadeira ou apenas um deslize momentâneo. Já gozamos do poder das mãos armadas em plena praça e ainda disparamos uns foguinhos. Uau!! Como aprendemos!! Não somos mais a mesma. Pacata jamais.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

QUANDO O PODER PERDE A FORÇA

Não são as minhas palavras que vão lhe dá ou tomar o poder. Fazer-lhe ou não poderoso. A busca incessante pela conquista é uma transferência do medo e do fracasso ao poder de crer. Não exclua a sua proposta, não desfaleça os seus êxitos, persista na existência do futuro, alcance tudo com sabedoria e humildade. Partilhe as suas conquistas, conte os degraus que lhe fez chegar, lembre-se deles, nunca esqueça ou os abandone. Exerça o poder que lhe foi outorgado. Somos uma nação de mancebos oriundos de um passado envelhecido, porém com pujança do presente. É preciso acreditar na nação e confiar-lhe uma meta. É sabedoria saber que cada um tem o seu espaço, mas que qualquer pode passar por ele, conhecê-lo, experimentar, desconfiar, impugnar, enojar, lançar afora. Somos fortes “poderosos” na nossa imaginação. Isso é exeqüível, mas assombra a nossa inteligência e a alma. Aff!!! Poderoso?!!!...Eu?! É sim, você mesmo, um poderoso, intocável, com poder de decidir ou não. Ai você, “excelentíssimo senhor Fulano de Tal”, se prende a um poderio sem precedências humanas, ao próximo, ao coitado e até mesmo aos seus. É ai que a casa cai e o poder também. A geração que parecia desprovida de crença, apanha a sua arma e abandona o seu escudo, vai forte a guerrear pela peleja do espaço. Não precisa ser príncipe ou princesa, mas que seja um alguém deles. É quando se abre os olhos bem arregalados que se descobre que o poder ficou na decisão dessa nação e não em si mesmo. Que a partilha seria melhor. Somos uma nação forte! O poder perdeu a força. Agora reinamos sobre ele, agimos com precisão, os humildes, os humildes. “Uffa” os humildes! - “Onde foi que pequei”? Dedicado a um amigo. Sadraque Santos

domingo, 15 de fevereiro de 2009

A FORÇA E O MEDO!

Os Fortes Aspiram a Separar-se e os Fracos a Unir-se. O crescimento da comunidade frutifica no indivíduo um interesse novo que o aparta da sua pena pessoal, da sua aversão à sua própria pessoa. Todos os doentes aspiram instintivamente a organizar-se em rebanhos, o sacerdote ascético adivinha este instinto e alenta-os onde quer que haja rebanhos, o instinto de fraqueza forma-os, a habilidade do sacerdote organiza-os. Não nos enganemos: os fortes aspiram a separar-se e os fracos a unir-se; se os primeiros se reúnem, é para uma ação agressiva comum, que repugna muito à consciência de cada qual; pelo contrário, os últimos unem-se pelo prazer que acham em unir-se; porque isto satisfaz o seu instinto, assim como irrita o instinto dos fortes. Toda a oligarquia envolve o desejo da tirania; treme continuamente por causa do esforço que cada um dos indivíduos tem que fazer para dominar este desejo. Friedrich Nietzsche, in 'Genealogia da Moral' Os fortes só são fortes na presença de fracos, tornando-se fracos na presença de alguém mais forte do que eles. Este é o verdadeiro motivo pelo qual se evitam "unir", na medida em que tal originaria tensões devido à tentativa que todos inevitavelmente fariam para atingir a supermacia. Ora essa supremacia seria, também inevitavelmente, atingida pelo mais forte do grupo, conferindo aos restantes o grau de fracos... isto se um grupo deste género alguma vez durasse o tempo suficiente para que tal viesse a acontecer. Obviamente que, antes disso, já o grupo se fragmentou com as tensões. Pelo que os fortes, para permanecerem fortes, estão condenados a serem "predadores solitários". O que os transforma a eles próprios em presas vulneráveis face a grupos organizados de fracos que, colectivamente, são mais fortes. Motivo pelo qual continuamos a ser governados por uma cambada de medíocres organizados! E motivo pelo qual não existem, na realidade, fortes, caindo Nietzsche numa nova contradição (como a já observada no grande stress que é a utilização do livre arbítrio num cenário de eterno retorno, no qual o livre arbítrio deixa de fazer qualquer sentido).

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

ORKUT E BLOG VIRARAM ÁLIBI

QUÃO RIDÍCULO ESTÁ SE TORNANDO A NOSSA SOCIEDADE! Uma das coisas mais chatas e ridículas que tenho visto no Orkut é o tal “anonimato”. Claro, o Orkut, já é uma bobagem viciante que faz com que você fique hora e mais horas preciosas do seu dia, perdendo tempo em comunidades ou simplesmente entrando e vendo se aquela pessoa “interessante” pela foto em uma comunidade, é realmente “alguém interessante”. Além disso, você corre o risco de estragar sua vida por causa desse Orkut (eu que o diga) porque de um simples “scrap”, muitas coisas podem acontecer depois... O fato é que é inegável que o Orkut foi uma das grandes sacadas e é o retrato fiel da sociedade nesse novo milênio. Aquilo que soa moderno é, no entanto, um símbolo da decadência daquilo que entendemos como civilização. Um exemplo? Veja: No Orkut há milhões de pessoas que jamais irão se vê, ou se falar de forma real, mas que no espaço virtual tornam-se “amigos” e confidentes como se conhecessem há milhões de anos. Como se fosse verdadeira a tal listinha de “876 amigos virtuais”. Nesse espaço, que a cada dia dita as funções do real “arcaico” da sociedade, há desde brigas e rusgas remetidas por causa de alguma exclusão: “Não sou mais seu amigo... vou lhe excluir!”; passando por crises de depressão: “Não recebi nenhum scrap hoje...”; até mesmo mudanças tristes no perfil (por si só uma das coisas mais fragmentadas e rotulantes dos dias atuais): “Por que diabos meu nível de confiança, sensualidade estão decaindo tanto? Será que não sou mais o mesmo?”, enfim: cada dia mais a ditadura do Orkut assola as cabeças e almas de um país superpotência em uso da Internet (O Brasil é o país com o maior número de perfis de usuários no Orkut), mas ainda extremamente subdesenvolvido em áreas “pouco interessantes” para a população como educação, saúde e segurança, por exemplo. Pois bem, a última moda são aquelas manchetes sem autoria “perfil incógnito” . Eu penso no nível de coisas ridículas que milhões de brasileiros terão que se preocupar diariamente... Se o Tamagoshy, nos anos 90, era uma merda alienante, imagine você ficar horas a fio brincando em falar da vida alheia que você na vida real não consegue dizer nem um simples “Olá!”. Ou seja, cada dia mais a raça humana assina o atestado de inutilidade como ator social em uma sociedade e passa a se limitar em ficar o resto de sua parca existência ao projetar, em animações virtuais, tudo que sonharia em ser ou ter. É o fim de uma era, com certeza! Não há mais nada a fazer a não ser se lobotizar, e se conformar com a miséria de ser um mero ser humano! Na carona dessa mesma existência trafegam certos bloguistas anônimos correndo contra a razão social. Vertem suas idéias colunistas nutrindo interesses pessoais sem conferência dos fatos. Até mesmo atropelam as leis civis do país. Direitos e deveres de quem cria e faz. Sadraque Santos

terça-feira, 1 de julho de 2008

Mãos à obra, jovens de Potiraguá!

Neste momento tão obscuro e desalentador que o Município atravessa, há um desafio pairando sobre a cabeça de seus jovens, que é mudar a cultura, e não mais viver esperando dias melhores, mas sim partir para a construção de dias melhores, de um Município em que, efetivamente, a esperança vença o medo. Agora, porém, diferentemente de antes, não basta a “cara pintada”. É preciso mais. É preciso o coração incontaminado, a cara limpa e a coragem de participar, de se envolver, de se preocupar com a política e com o futuro de Potiraguá. Logo adiante seremos pais, e seguramente não vamos querer apresentar aos nossos filhos um município derrotado, inviável, envergonhado de si e dos seus cidadãos. Mais do que nunca constitui uma obrigação, um dever cívico, a participação da juventude potiraguense. Porém, uma participação consciente, efetiva e respeitosa, já que nem todos são inescrupulosos, corruptos ou incompetentes. Nesse momento é preciso, mais do que nunca, acompanhar profundamente a política, inteirar-se e interagir com seus componentes, visando separar, verdadeiramente, o joio do trigo. Para tanto, os jovens têm o dever e o direito de votar e de ser votados. Esse é o desafio. Essa é a forma e o único meio de, neste momento, contribuirmos com o futuro. A revolução, o grito e a atitude que precisamos assumir é essa, e não a fuga e a descrença, que vêm estampadas no voto em branco ou nulo. Obviamente que a humildade deverá ser a primeira conselheira, para que, após vencida a primeira etapa, da conquista do espaço, não se percam os ideais e a esperança, abrindo campo para o deslumbramento e o descompromisso, repetindo, assim e infelizmente, a situação atual, onde o medo e o descrédito reinam. O jurista Rui Barbosa, ainda em 1921, na célebre Oração aos Moços, com proféticas palavras já desvendava a força da juventude na construção de uma nação forte, convocando-a a participar do que chamou de ressurreição ansiada: “Mãos à obra da reivindicação de nossa perdida autonomia; mãos à obra da nossa reconstituição interior; mãos à obra de reconciliarmos a vida nacional com as instituições nacionais; mãos à obra de substituir pela verdade o simulacro político da nossa existência entre as nações. Trabalhai por essa que há de ser a salvação nossa”. Eis o caminho. O futuro clama por essa participação. Mãos à obra, juventude potiraguense. POTIRAGUÁ EM FOCO

quinta-feira, 19 de junho de 2008

ACREDITE EM SI MESMO

É literalmente visível como Potiraguá vem sofrendo transformações consideráveis nesses últimos anos. Período de EMINÊNCIA OU DECADÊNCIA. Não nos transformamos em cães debaixo da mesa a degustarem as migalhas. Não seria possível que alguém nos julgaria assim. Mas parece! Por favor, esqueçamos a política e paramo-nos para refletir como comunidade e humanidade. É seguro que um povo viva a mercê de uma boa administração pública ou ruim? Provavelmente a sua resposta será na colocação afirmativa, “sim”. Verdade. Temos e ainda cabe a nós a condição de escolhermos um líder que nos governe bem, que cuide do patrimônio, da saúde, da higiene, do meio ambiente, do bem estar da comunidade. Somos uma comunidade humana! Você poderia ser este líder! Mas infelizmente não se condiciona a acreditar em si mesmo. Acabamo-nos a nos limitar a propostas “alheias” e depararmo-nos diante de situações desagradáveis ou agradáveis. Limitações são absurdas, não se limite! Há uma razão de estarmos sempre reclamando do que vimos e ouvimos dos nossos líderes: nós mesmos! Quando acreditarmos em nós, que eu e você podemos, ai haverá uma grande chance de pararmos de reclamar, murmurar, de indignação. Criamos uma idéia em que, só o poderoso economicamente é quem pode candidatar-se a uma função executiva ou legislativa. Não devemos permanecer nesta idéia. Em Potiraguá existe uma verdadeira situação de desequilíbrio econômico em proporção. É comum que os fazendeiros e os mais “equilibrados” do nosso município se esquivam de aplicarem investimentos no comércio. Ninguém se arriscaria a mencionar nomes de comércios ou estabelecimentos que geram renda, estabelecidos por essa classe. Não queremos julgá-los inoperantes, mas que devemos concordar ou conformar com isso. E essa realidade se tornou uma cultura popular desde a antiguidade. Conclusão: Se ele não tem visão voltada para o município, nunca Potiraguá haverá de ser o que deveria ser, porque sempre somos governados por essa classe. E nós, os considerados “fracos” é quem temos visão. Nós é quem estamos vendo e vivendo o dia a dia de Potiraguá e em Potiraguá. Veja bem, temos visto aberrações incondicionais. Tem governo que prefere destruir o que o gestor anterior construiu, a fim de demonstrar poder e orgulho. E a comunidade? A sociedade humana? Como esse poder nos enxerga? Que visão é essa? As ruas andam sujas, sem higiene, sem cuidados, sem assistência. O que é isso? Como pode um conserto que durariam dois dias, durar mais de 45 dias? Como pode deixar as praças sem bancos, sem iluminação, sem gente, sem o passeio das crianças? Conduzir alunos da rede municipal de ensino em cima de um caminhão? É contra a lei, gente!Conduzir os alunos de um distrito para outro dentro de um ônibus sem freio, sem Conduzir os alunos de um distrito para outro dentro de um ônibus sem freio, sem documentação regulamentada e com pneus lisos? Que visão é essa? Transformar as nossas ruas em foco da dengue e outras doenças sujeitas? Vamos torcer para que no próximo governo, (não sei com quem será), as atitudes sejam diferentes. Embora, cultivarmos essa cultura, não nos leva a desacreditar que existem entre eles, pessoas capazes e competentes. Existem sim. O que compete a nós é escolhê-las para liderar e cuidar do que é nosso. Vamos cobrar dele, fiscalizemos para o bem do nosso município.